O Bolsonarismo e sua grande conspiração contra o meio ambiente brasileiro

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Geralmente conspiração e no seu termo da palavra, se caracteriza-se sobre aquilo que é planejado, más escondido, oculto, também de forma proposital num angulo maior daquilo que chamamos mentira.

Em nosso tempo, diante de nosso governo atual, e de forma proposital, o Brasil enfrenta um de seus maiores inimigos, quando aqui entramos no campo da degradação ambiental e destruição da natureza em tudo que o engloba em relação a vidas e suas diversas manifestações.

O governo Bolsonaro e sua maldade disfarçada de uma tremenda cara de pau, maldade e falta de carácter; quando tenta impor a sociedade que defende a natureza, más quando de forma extravagante age, hipocritamente de contrariamente.

Exploração das riquezas naturais em conjunto com EUA

Bolsonaro Explorar Amazonia Com Eua
Bolsonaro Explorar Amazonia Com Eua

Bolsonaro por campanha já tinha deixado claro sobre sua intenção de explorar extrativamente e essa é uma das provas de sua ambição criminosa, quando se julga mais tarde diversas de suas atuações radicais ao longo de seu governo, de forma pejorativa, ações que mostram não só um caráter antinacionalista e totalmente ambicioso, baseado no espírito das explorações criminosas de âmbito entreguista e de subordinação externa.

Vejam: ‘Adoraria explorar a Amazônia com os EUA’, diz Bolsonaro a Al Gore em Davos

Descontrução das leis ambientais

Leis Contra Meio Ambiente Bolsonaro
Leis Contra Meio Ambiente Bolsonaro

Seguindo tal agenda, o governo Bolsonaro passa a criar um programa de desestruturações das leis ambientais, facilitando madeireiras, garimpeiros ilegais e outras formas abusivas exploratívas.

1- a desestruturação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), com perdas de autonomia de técnicos e de segurança em campo a fiscais ambientais.

2- a transferência do Serviço Florestal Brasileiro do Ministério do Meio Ambiente para o Ministério da Agricultura.

3- a flexibilização e redução das multas por crimes ambientais, e institucionalização desta prática por meio do projeto de criação do “Núcleo de conciliação”, que poderá mudar o valor ou até mesmo anular multas por crimes ambientais.

4- a contestação dos dados oficiais de desmatamento do sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), criado pelo governo Lula em 2004 e que possibilita o ágil diagnóstico de áreas desmatadas. Além da demissão do diretor do Instituto ao ser confrontado tecnicamente.

5- a interrupção do bilionário Fundo Amazônia, que financiava mais de uma centena de projetos de proteção da Amazônia e seus povos e que teve os recursos suspensos pelas fontes doadoras (Noruega e Alemanha) devido ao aumento do desmatamento e à extinção de Conselhos que faziam a gestão dos recursos.

6- a proposta de revisão das Unidades de Conservação do país, que poderão ter os seus traçados revistos ou até serem extintas.

Obs: (Paragrafos 1 ao 6) – fonte original Carta Capital – 

As 26 principais violações ao meio ambiente feitas por Jair Bolsonaro

O Ministro ambiental anti-meio ambiente de Bolsonaro

Salles ministro anti meio ambiente
Salles ministro bolsonarista anti meio ambiente e corrupto

Para completar a grande conspiração anti-ambiental, Bolsonaro elege como Ministro do Meio Ambiente nada menos que advogado Ricardo Salles, que foi secretário estadual do Meio Ambiente no governo Alckimin e acusado mais tarde condenado por improbidade administrativa, favorecendo madereiras ilegais (2016).

É claro que isso não poderia dar certo, e já na administração de Bolsonaro, o mesmo Salles se envolve em tramas de corrupções mais organizadas, que no fundo acabam servindo lealmente aos ideais de Jair Bolsonaro que é fazer uma rapinagem ambiental de certas regiões, facilitando mais tarde a exploração criminosa.

Entre algumas dessas novas acusações do ministério público contra Salles estão:

Revogação de medidas que proibiam a exportação ilegal de madeira; exoneração de servidores do Ministério do Meio Ambiente e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) que queriam evitar a flexibilização das regras de envio de produtos florestais para o exterior; nomeação de pessoas de confiança para estabelecer atos oficiais que facilitaram o contrabando e as movimentações financeiras suspeitas de pelo menos R$ 1,7 milhão desde que entrou no governo federal.

Vejam: Ministro do Meio Ambicompente de Bolsonaro é condenado por improbidade

Vejam: Cerco se fecha contra Salles e situação está cada vez mais insustentável

Impasses ideológicos

operacoes pf ibama contra madeiras garimpeiros ilegais
operacoes pf ibama contra madeiras garimpeiros ilegais

A canalhice e provas de impasse sistematico ideológico de Salles e Bolsonaro é tão grande que em 13/04/2020 O Ibama fez uma operação surpresa contra madereiros e garimpeiros ilegais dentro de terras indígenas no Pará, onde habitam cerca de 1.700 índios. A operação não só tinha e como intenção de coibir as operações ilegais dos garimpeiros como de limitar o trafego dos brancos facilitando as transmissões do covid 19 na região. Os agentes chegaram a queimar tratores e outros equipamentos dos garimpeiros.

Curiosamente Salles exonera o diretor de Proteção Ambiental do Ibama, Olivaldi Alves Borges de Azevedo e no dia 30 do mesmo mês ele demite também o coordenador-geral de fiscalização ambiental em Brasília, Renê Luiz de Oliveira, e o coordenador de operação de fiscalização, Hugo Ferreira Netto Loss.

Para ocupar o cargo de Oliveira, foi nomeado o ex-PM e superintendente do Ibama no Pará, Walter Mendes Magalhães Júnior, que, em março deste ano, afrouxou a fiscalização para a exportação de madeira nativa. No lugar de Loss, foi indicado o servidor Leslie Tavares, que se envolveu em uma polêmica em 2019.

Tavares, como superintendente interino no Amazonas, alvo de uma Ação Civil Pública do MPF em Tabatinga direcionada ao Ibama, pois o órgão liberou dragas apreendidas em em garimpos ilegais.

Já em 26/05/2021, O ex-superintendente da Polícia Federal no Amazonas, delegado Alexandre Saraiva, detalhou, na Câmara dos Deputados, as denúncias de organização criminosa, advocacia administrativa e obstrução de fiscalização por parte do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

Alexandre Saraiva explicou que os supostos crimes de Ricardo Salles ocorreram após a Operação Handroanthus, da Polícia Federal, apreender 213 mil metros cúbicos de madeira ilegal na divisa entre Amazonas e Pará, no fim do ano passado. A investigação apontou desmatamento ilegal, grilagem de terra, fraude em escrituras e exploração madeireira em áreas de preservação permanente. Saraiva foi exonerado da superintendência do Amazonas um dia após enviar a notícia-crime para o STF. O delegado relatou aos deputados a atuação do ministro Ricardo Salles em prol de quem chamou de “criminosos ambientais”.

19/05/2021 a Polícia Federal desencadeou nesta manhã (19/5) a Operação Akuanduba, destinada a apurar crimes contra a Administração Pública (corrupção, advocacia administrativa, prevaricação e, especialmente, facilitação de contrabando) praticados por agentes públicos e empresários do ramo madeireiro.

As medidas foram determinadas pelo Supremo Tribunal Federal – STF.

Além das buscas, o STF determinou o afastamento preventivo de 10 agentes públicos ocupantes de cargos e funções de confiança no IBAMA e no Ministério do Meio Ambiente e a suspensão imediata da aplicação do Despacho n. 7036900/2020/GAB/IBAMA.

Vejam: Chefes do Ibama que agiram contra garimpeiros são exonerados pelo governo

Vejam: Delegado detalha denúncias de crime ambiental contra Ricardo Salles; deputados governistas criticam investigação

Bolsonaro no G20

Bolsonaro G20 Japao 2019
Bolsonaro G20 Japao 2019

Entre os dias 27, 28 e 29 de Junho de 2019, Bolsonaro viaja ao Japão para o encontro com o G20, e o que chama a atenção dessa viagem é a tamanha cara de pau, do carácter falsista do presidente mais fakista de todos os tempos, quando confrontado com as criticas como por exemplo de Angela Merkel, ele passa a se defender usando dados e programas ambientais do governo petista, que foi o que mais criou leis e projetos ambientais.

Frase de Bolsonaro á Angela Merkel
Frase de Bolsonaro á Angela Merkel “Alemanha muito aprender brasil”.

E ainda; justificando para seu público, suas supostas teorias conspiratórias alá Olavo de Carvalho de que a preocupação dos países europeus são para o domínio, como se os EUA que pouco valorizou o meio ambiente e nem se quer participara do protocolo de Kioto, nada quisessem desse ponto, ou seriam os heróis da humanidade.

Vejam: Bolsonaro critica fala de Angela Merkel sobre pauta ambiental do Brasil: ‘Temos muito a ensinar à Alemanha’

Bolsonaro e o “dia do fogoas”

bolsonaro dia do fogo
bolsonaro dia do fogo

O governo Bolsonaro foi informado oficialmente em 7 de agosto, três dias antes do “Dia do Fogo” articulado por fazendeiros bolsonaristas do Pará, que os incêndios iriam começar. E nada fez.

O dia do fogo foi quando agropecuaristas iniciaram múltiplos focos de incêndio às margens da BR-163, no Pará, supostamente para endossar o discurso do presidente Bolsonaro e pedir apoio do governo federal aos proprietários rurais.

O Ministério Público Federal (MPF) do Pará enviou um ofício ao Ibama, órgão do Ministério do Meio Ambiente, alertando para o ato criminoso, sem qualquer reação do governo. A Força Nacional de Segurança, subordinada a Moro, também foi alertada, mas nada fez. Em sua entrevista à TV 247, o ex-presidente Lula acusou os fazendeiros bolsonaristas de responsáveis por incêndios que devastam a floresta amazônica há pelo menos duas semanas, o que agora está confirmado.

Movido por essa percepção, o pesquisador Marco Antonio Caetano decidiu investigar a possível relação entre as palavras de Bolsonaro ao criticar fervorosamente Alemanha e Noruega – os maiores doadores do Fundo Amazônia, congelado pelo atual governo – e o aumento das queimadas que devastaram a Amazônia em agosto de 2019 e culminaram no infame ‘dia do fogo’ – quando produtores rurais fizeram um protesto colocando fogo de propósito em área de floresta.

De acordo com o estudo, os incêndios no período foram precedidos por um aumento de pesquisas online por termos relacionados aos ataques do presidente às duas nações estrangeiras que financiam a proteção da Floresta Amazônica.

Segundo Marco Caetano, os dados indicam, com 95% de confiança, que a troca de palavras sobre a Alemanha e o Brasil incentivou os episódios que culminaram no ‘dia do fogo’. E como vemos ate aqu, mesmo que Bolsonaro não tenha culpa direta em tal atitude, mesmo assim, seus gestos e ações causam a imagem de aprovação a degradação ambiental como lema, por isso tal liberdade para tais apoiadores grande, que ate o financiaram seu governo e total liberdade para execultarem tal ação, sabendo que estarão em pune.

crimes ambientais favor bolsonarismo
crimes ambientais favor bolsonarismo

Bolsonarismo e seu flerte com madereiras e garimpeiros ilegais

A agenda bolsonarista favorece direita e indiretamente madeireiras, garimpeiros ilegais e grileiros de terras. quer muitos aceitem ou não.

A quem diga por livre e espontanea burrice mesma que Bolsonaro e um herói, igual a Donald Trump, dois cavalheiros do apocalipse fazendo justiça e combatendo a Nova Ordem Mundial.

Más como vemos de inicio, seus discursos e ideologias em favor das elites oligarquicas, usando novos discursos que enganam os leigos baseados no progresso economico das nações e que tal mal, seria um dito velho modo de visão baseado nas proteções ambientais e outras, deflagrada por leis dos ditos comunistas.

Assim em sua mente pobre os paises europeus estariam de olho na Amazonia, mas os EUA não !

Assim a velha Nova Ordem Mundial cria seus Golens como novos discursos sistematicos e novos supostos inimigos para se oferecerem como salvações, como sempre fizeram.

Discursos e fakenews que só enganam o tolos, manipulados pela Matrix religiosa que com ele desde ja dominam o país em suas agendas de retrocessos e desestruturação nacional em todos os ambitos.

A Ideologia do retrocesso ambiental e pela morte

genocidio indigena governo Bolsonaro
genocidio indigena governo Bolsonaro

Concluindo todo estes contextos, que englobam o governo Bolsonaro anti-meio ambiente e a vida em todas suas manifetações, bastamos deixar em observação tambem por seu negacionismo o quanto contribuiu para os casos fatais de covid 19 em diversas aldeias brasileiras, sem contar com o aumento exorbitante dos assassinatos de indios desde que esse governo subiu ao poder, por seus proprios apoiadores como grileiros de terras, fazendeiros, garimpeiros e outros.

Leiam mais:

Casos de violência contra indígenas aumentam 150% no primeiro ano de Bolsonaro

MP investiga uso de avião da FAB para levar garimpeiros ilegais a reunião com Ricardo Salles

Como o governo Bolsonaro atuou em favor das madeireiras na Amazônia


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